Mulher à beira de um ataque de letras...

...e imagens, sentimentos.


Por Ana Sasso*
~ Thursday, February 4 ~
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There’s nothing you can’t do,
Now you’re in New York,
These streets will make you feel brand new,
The lights will inspire you,
Lets here it for New York, New York, New York


~ Wednesday, February 3 ~
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Crescer lendo livro mulherzinha fez com que eu jamais me conformasse com metades. Quero os melhores romances, ou prefiro ficar sozinha. Quero as melhores lembranças, ou prefiro não lembrar. Ou vivo intensamente, ou vou levando essa rotina que não incomoda, não interfere, não fere, mas também não é vida. Vou dispensando tudo o que não julgo suficiente pra me roubar a solidão. Vou excluindo do meu convívio todos que não parecem prontos pra marcar meu dias. E vou me excluindo um pouquinho também, vou me dispensando sem pudores, porque é mais fácil me deixar de lado do que lidar com a minha falta de coerência.
— Interrogação - Verônica H. (via pequenos-retalhos)

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~ Tuesday, February 2 ~
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Talvez meu amor tenha aprendido a ser menos amor só para nunca deixar de ser amor.
— Tati Bernardi (via esconderijo) (via ohjosephine)

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~ Monday, February 1 ~
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É esse gelo por dentro que eu não consigo entender. Você se doou tanto quando eu não pedia, e no momento em que pela primeira vez pedi, você negou, você fugiu. É esse seu bloqueio de aço encouraçando o silêncio, eu não consigo entender.
— Caio Fernando Abreu.

~ Sunday, January 31 ~
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combina bastante com o dia de hoje.
“Entre muitas coisas, foi com ele que aprendi que ‘a gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar’. Obrigada por tudo, principezinho”

combina bastante com o dia de hoje.

“Entre muitas coisas, foi com ele que aprendi que ‘a gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar’. Obrigada por tudo, principezinho”


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~ Friday, January 29 ~
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Sejamos diretos para não sermos idiotas: eu te quero. Você me quer? Não sabe? Ah, então vá pra puta que te pariu

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O ponto G está nos ouvidos. Inútil procurá-lo em outro lugar.
— Martha Medeiros

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Ela explicou como, na infância, acreditava que, quando você pisa numa poça, um desejo é concedido.
— (via blog do Armando Antenore) Trecho de Morangos, Outra Vez, conto do inglês Simon Van Booy (via misturinha)

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